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Conselhos da Nutri

7 jun
Restrição não é a solução!
Segredo 1: Fracionar
Dietas com proibições não servem para você? Tudo bem. É possível emagrecer sem transformar a sua vida em um cardápio cheio de restrições alimentares.

Estamos acostumados com práticas de prescrição de dieta através do cardápio, que vai constituir a rotina alimentar para os próximos dias de sua vida. Mas esquecemos do que importa realmente, que é construir uma conduta mais saudável. O cardápio é importante em alguns casos específicos, ele pode nos auxiliar no primeiro momento, mas certamente não poderemos transformar este planejamento dietoterápico em uma conduta para a vida.

Podemos escolher todo tipo de alimento desde que saibamos conduzir alguns segredinhos na hora das escolhas alimentares, que são muitas, mas hoje vou falar especificamente na questão do fracionamento das refeições. Pois bem, o segredinho é o seguinte: comer a cada três horas. OK, não é novidade. Mas você tentou?
Ou melhor, se comprometeu de verdade a evitar jejuns prolongados?

Ficar longos períodos sem comer faz o corpo entrar em estado de alerta, imaginando que você está perdida no deserto sem comida. Daí, para se prevenir, passa a estocar gordura em vez de queimar. E, ainda, põe em ação mecanismos que comprometem as curvas e a saúde.

Mas, antes de achar que a regra das três horas não ajuda ninguém a perder peso, saiba que ela se transformou no livro “A Dieta das 3 Horas”, do americanoJorge Cruise, num sucesso estrondoso nos Estados Unidos. Essa matéria foi publicada na revista Saúde e trouxe para a mídia uma conduta que firmo com meus pacientes desde o primeiro dia de tratamento: Comer uma fruta a cada intervalo de 3 horas. 

Essa proposta de conduta alimentar é um contrato de sucesso para ajudar você a fracionar as refeições e emagrecer com um metabolismo nota MIL.

Veja só como esta pequena conduta pode favorecer no processo do emagrecimento:

• Metabolismo a mil: toda vez que você come, gasta calorias na tarefa de digerir os alimentos. Por isso, comer a cada três horas obriga o corpo a reiniciar a digestão de cinco a seis vezes por dia, queimando mais calorias e fazendo você perder peso.

• Menos gordura, mais músculos: três horas depois de uma refeição, o organismo encerra o processo de digestão – os excessos são estocados na forma de gordura e o corpo passa a buscar combustível nos músculos. Se você comer antes desse sistema ser acionado, a gordura vai embora e os músculos ficam. E, como os músculos são queimadores de energia, ajudam a manter o metabolismo acelerado. 

• Barriga chapada: quando você está com fome, numa espécie de stress, seu corpo produz uma quantidade maior de cortisol.

Um estudo publicado no conceituado New England Journal of Medicine mostrou que quantidades elevadas desse hormônio estão associadas aos estoques de gordura abdominal. 

• Fome econômica: fazer refeições a cada três horas emagrece sem sacrifício, pois você come antes de ficar faminta. E existem duas vantagens nisso: Quando a gente se satisfaz com porções menores, economiza calorias e mantém equilibrados os níveis de insulina”.

Se você consome um prato gigante, produz muita insulina (hormônio cuja tarefa é carregar a glicose para dentro das células). Em excesso, esse hormônio engorda e dá mais fome.

Muita gente só lembra-se de comer quando a fome está quase incontrolável – e aí lá vem peso extra. Você faz o mesmo? Então, coloque em prática o plano de adesão à mudança de comportamento alimentar, procure um nutricionista e conheça todos os segredinhos que ajudam a emagrecer e ter uma vida sem dietas restritas, feliz e saudável.

Conselhos da Nutri

7 mai

QUANTO PESA A SUA MENTE?

Emagrecer está na cabeça

Quando iniciamos uma terapia nutricional queremos imediatamente emagrecer o corpo, mas será que é a melhor alternativa? Será que exagerar nas restrições alimentares causa sucesso no tratamento de nutrição? Devo afirmar que restrições excessivas não são as melhores alternativas para emagrecer a mente, menos ainda o corpo, que entra em efeito sanfona imediatamente (o famoso engorda-emagrece).

A ideia não é pregar o fim das dietas nem dizer o que você pode ou não comer, mas mostrar que é possível perder peso usando a cabeça. Você sabia que existem métodos que fazem a nossa mente se tornar mais magra?

Quando você pensa em começar uma dieta, seu organismo entra em estado de alerta. Então, surge o impulso de comer o que, na próxima semana, vai estar proibido. Sem contar o stress pela situação de pressão que fazemos na maioria das tentativas, quando elas vão por água abaixo, em pouco tempo. Aí vem aquele desânimo, a tristeza e até raiva de si mesma.

Privar-se de todos os alimentos saborosos, ou comê-los demais, são formas de violência contra o nosso corpo. Então curar a mente, significa curar o corpo e, consequentemente, emagrecer.

Vamos conhecer oito métodos interessantes para emagrecer a mente:

1. Só do bom e do melhor.

Você não joga lixo na rua nem no chão de casa. Por que iria jogá-lo para dentro do seu corpo? Use essa lógica na hora de comer e recuse o que não estiver de fato delicioso, não importa se é um bombom ou um pão com manteiga. Antes de dar a segunda mordida, pergunte-se: isso está mesmo gostoso? Se a resposta for algo do tipo ‘mais ou menos’, ponha de lado. Nem pense em raspar o prato ou a panela só para não sobrar, caso já estiver satisfeita. Assim, você exercita seu poder de escolha e, se convence de que é merecedora do prazer de comer.

2. Um quilo de cada vez.

Em vez de colocar na cabeça que quer se livrar logo de 10 ou 15 quilos, concentre seu esforço em perder o primeiro quilo. Quando chegar lá, passe à próxima meta. O processo pode demorar um pouco mais, porém, ao estabelecer objetivos menores, fica mais fácil de alcança-los e, é uma maneira de valorizar pequenas conquistas e evitar frustrações.

3. Quatro minutos de pausa.

No self service, em vez de encher o prato de uma vez, coloque menos comida e pense que pode repetir. Terminou? Espere quatro minutos antes de se servir de novo – enquanto isso, cheque suas mensagens no celular, converse com a amiga do lado, vá até o banheiro. Esse é o tempo que o cérebro precisa para distinguir entre a vontade de comer e a fome. Agindo assim, você certamente vai ficar satisfeita, comendo menos do que se enchesse o prato de cara.

4. Geladeira sempre cheia.

Pode comemorar: você está liberada para rechear a geladeira com coisas que você gosta, desde que elas não tirem o espaço de frutas e vegetais e até de alguns alimentos light. Assim, quando bater a fome, vai poder comer algo que a satisfaça, em vez de atacar aquele pão amanhecido, ou o macarrão de ontem, porque não achou outra opção (você merece comer com prazer, lembra?). Sem falar que, tendo o que é gostoso à mão – e não à distância, como se fosse proibido -, você relaxa do estado de vigilância que gera stress e a faz comer mais. Mais uma oportunidade de provar que é você que escolhe a comida, e não o contrário.

5. Comida em preto e branco

Imagine seu prato favorito (quanto mais calórico, melhor!), com todas as cores e texturas. Chega a dar água na boca, não? Agora, tente visualizá-lo em preto e branco, como uma folha de jornal. Ainda parece apetitoso? Experimente esse exercício antes de cada refeição. Comemos primeiro com a cabeça, ou seja, a imagem que se forma no cérebro, acaba definindo o tamanho da fome. Deixando-a menos atraente, você vai ter menos vontade de devorar o prato quando estiver na sua frente.

6. Prazer além da mesa

Faça uma relação de coisas que a deixam feliz – fazer as unhas, ligar para uma amiga, tomar um banho quentinho, deitar em um lençol macio, etc. –, mas nada de incluir alimentos. Quando se sentir triste, estressada ou ansiosa (e louca para devorar uma guloseima), escolha um item da lista e realize-o. Aos poucos, você vai deixando de usar a comida para compensar as emoções.

7. Fome ou vontade de comer?

Quando estiver à beira de um ataque à geladeira, pergunte se o que tem é fome mesmo ou só vontade de comer. Então, dê uma nota de 0 a 10 para cada uma e, tente comer só quando a fome for maior. No começo, pode ser difícil resistir ao desejo de apenas pôr alguma coisa na boca, mas, aos poucos, você aprende a ouvir seu corpo e a vencer o impulso.

8. Celebre seus sucessos

Desanimada com as tentativas de entrar naquele jeans? Pense em coisas importantes que conquistou: um carro, um apartamento, o emprego que você adora, uma viagem incrível. Isso vai lembrá-la de que é capaz de chegar aonde quiser e injetar ânimo para alcançar mais esta meta: emagrecer.

Letícia Christianetti – nutricionista - CRN 6746

Conselhos da Nutri

25 abr

Dieta não é a solução!

Estar em dieta parece fácil, basta termos um cardápio equilibrado em mãos e seguirmos o que está escrito nele, correto? Infelizmente, não. Dietas são facilmente encontradas em artigos na Internet, em revistas, no fundinho da gaveta ou quando você foi a nutri e não adiantou nada, não emagreceu nenhuma grama. Mas será que esta dieta ficou guardadinha na gaveta chamada “memória inconsciente”?  Todos sabemo que fazer e o que comer, mas por vezes nos sentimos impotentes para fazê-lo. Algo mais forte que nossa vontade nos impede.

Uma das perguntas que faço sempre aos meus pacientes é a seguinte: O que você tem feito que lhe dê prazer? Muitas vezes comemos sem fome mesmo sabendo que não deveria fazê-lo e isto geralmente acontece na ânsia pela busca do prazer, do êxtase ao saborear aquele delicioso chocolate. Ao comer o chocolate, sentimos um prazer provisório, que volta reforçado pela culpa, levando-nos a comer ainda mais, para tornar a diminuir a tensão.

Outros grandes causadores de comilança são as dificuldades afetivas. Rompimentos, perdas, luto podem alterar o nosso comportamento alimentar, levando-nos a comer demais ou até compulsivamente. O alimento, nesse contexto, seria um substituto do afeto perdido.

Você já percebeu que a comida é o nosso primeiro antidepressivo- ansiolítico? Paremos para pensar na primeira atitude da mãe no momento do nascimento, quando o choro é invariavelmente necessário… Oferecer o peito, oferecer alimento. E nos próximos dias, até as nossas primeiras palavras, sempre que estivermos chorando, o cuidado e afeto oferecido será o leite materno, o alimento. Ainda quando bebês oferecer alimento é a primeira estratégia para lidar com sensações desagradáveis, com as nossas primeiras frustrações.

Mais tarde, quando as frustrações afetivas ocorrerem, inconscientemente, poderemos reativar o velho e antigo esquema.

E é este o papel do nutricionista, reprogramar e motivar para a qualidade de vida e bons hábitos alimentares. Incentivar a prática de atividades físicas que causem prazer, organizar a dieta e orientar para boas escolhas alimentares. Mudar o comportamento alimentar, por outro lado, requer disciplina e dedicação e o mais importante de tudo, tempo. Ah o tempo, senhor de todas as coisas… Não tenha pressa de emagrecer, somente deseje fortemente atingir o seu objetivo e comece agora! O “agora” é o melhor amigo da ação!

Letícia Christianetti -  CRN 6746

Conselhos da nutri

19 jan

Já falamos do tal milagroso óleo de côco aqui no blog, mas a nossa querida nutri Lê traz na sua coluna várias informações super bacanas e esclarecedoras sobre o novo queridinho das dietas. Por sinal, estou doida pra começar a usar, viu Lê?

Boa leitura!

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Óleo de côco e suas ações terapêuticas!

Os óleos láuricos são óleos obtidos de coqueiros nativos de países tropicais. Se destacam, frente a outros tipos de gorduras, pela sua concentração elevada de ácido láurico, componente importante do leite materno humano, para o fortalecimento imunológico do bebê. Pesquisas cientificas demonstram que o ácido láurico possui a capacidade de aumentar o sistema imunológico pela ativação da liberação de uma substância chamada interleucina 2 (Wallace, F A et al.), que faz a medula óssea fabricar mais células brancas de defesa (isso é muito bom para quem tem imunidade baixa como pessoas com AIDS e Câncer). Além disso, os óleos láuricos agem como antiinflamatórios pela inibição da síntese local de prostaglandinas (PGE2) e interleucina 6 que são substâncias pró-inflamatórias presentes em quadros reumáticos, artrites e inflamações musculares. Ou seja, eles são antiinflamatórios.

Quando o ácido láurico chega aos nossos intestinos ele é quebrado pela enzima lípase e se transforma em monolaurina. A monolaurina é absorvida pelos intestinos e vai ao sangue. Esta substância, cujo precursor é o ácido láurico, destrói a membrana de lipídios que envolve os vírus bem como torna inativas bactérias, leveduras e fungos. A ação atribuída a monolaurina é a de que ela solubiliza os lipídios contidos no envoltório dos vírus, causando a sua destruição. Há assim uma potencial atividade antiviral e anti-bacteriana desta substância contra vírus perigosos como Epstein-Barr, causador da mononucleose e bactérias como a Helicobacter pylori, principal causa hoje do câncer do estômago (Enig, M.; Issacs, C.E. et al. & Kabara J.J. et al.).

De fácil absorção, os óleos láuricos não necessitam de enzimas para sua digestão e metabolismo. No fígado, rapidamente se transformam em energia, gerando calor e queimando calorias, o que leva à perda de peso. De fato, por este efeito, o uso destes óleos têm se tornado famoso internacionalmente em dietas de emagrecimento, pois são o único tipo de gordura que ao ser metabolizada pelo corpo, não é estocada na forma de tecido gorduroso (St-Onge, M.P. et al. & Van Wymelbeke, V., et al.). Podem ser usados na culinária em substituição aos tradicionais óleos empregados na cozinha o que progressivamente reduz os depósitos de gordura localizada, levando ao emagrecimento natural e redução de problemas como a celulite.

Algumas observações levaram à descoberta que óleos láuricos estimulam a função da glândula tireóide. O bom funcionamento desta glândula, faz com que o mal colesterol (LDL) produza hormônios que reduzem a velocidade de envelhecimento do corpo como o DHEA, pregnenolona e a progesterona. Estes hormônios reduzem sintomas associados à menopausa e tensão pré-menstrual na mulher, problemas cardiovasculares, obesidade, entre outras doenças. Estudos científicos mais recentes demonstraram que os óleos láuricos não aumentam os níveis de colesterol como se pensava, mas muito pelo contrário, eles balanceiam os níveis do bom colesterol (HDL) no sangue (Enig, M. & Hostmark et al & Kaunitz e Dayrit & Awad). As pesquisas antigas com óleo de côco e que mostravam o contrário haviam sido feitas com óleo de côco parcialmente hidrogenado. Nenhum de nossos óleos passa por processo de hidrogenação, que pode dar origem à formação de gordura trans, que aumenta os níveis de colesterol e favorece o surgimento de câncer.

Os óleos láuricos reduzem a oxidação do mau colesterol (LDL) no sangue prevenindo doenças cardiovasculares. Óleos láuricos também ajudam a diminuir a compulsão por carboidratos (açúcar, doces, biscoitos, etc) devido a não estimularem a liberação de insulina. A maioria dos óleos poliinsaturados dificultam a entrada da insulina e nutrientes para dentro das células, deixando-as literalmente “famintas”, a gordura de coco “abre as suas membranas”, não somente permitindo que os níveis de glicose e insulina se normalizem, como também melhorando sua nutrição e restabelecendo os níveis normais de energia. Óleos láuricos possuem um ótimo desempenho na cozinha por serem muito estáveis sob altas temperaturas.

Na cozinha, não há nenhuma gordura melhor: diminuem o mau colesterol (LDL), ajudam a manter o peso, aumentam a imunidade, e protegem contra doenças cardiovasculares. O ácido láurico pode fazer estes óleos endurecerem em temperaturas inferiores a 23º graus. Em dias frios, para fazer a gordura voltar ao estado líquido, basta deixar a embalagem do óleo no sol da manhã ou aquecer em banho maria, que a gordura volta ao seu estado natural liquido. Você também pode apertar a garrafa levemente até que a gordura saia Há 3 tipos principais de coqueiros dos quais atualmente se obtém óleos ricos em ácido láurico:

Côco da praia (Cocus nucifera), do qual se obtém a “água de côco” e óleo rico em ácido láurico de sua polpa branca. Para ser empregado existem as versões extra-virgem (rico em vitamina E e aroma de côco), ou refinado (praticamente inodoro).

Côco babaçu (Orbignya oleifera), árvore brasileira e que fornece uma castanha rica em um óleo contendo óleo láurico. Praticamente só é comercializado óleo refinado, pois o óleo virgem possui um aroma de côco muito forte para uso na cozinha ou massagem.

Côco palmiste (Elaeis guineensis) obtido do caroço da palma. Praticamente só é comercializado óleo refinado, pois o óleo virgem possui um aroma de côco muito forte para uso na cozinha ou massagem. A vantagem deste produto é que ele não apresenta o cheiro que o babaçu ou óleo de côco eventualmente trazem, mesmo sendo refinados.

O refino não altera as qualidades naturais destes óleos devido à sua grande estabilidade ao calor e este processo não envolver o uso de produtos químicos prejudiciais à saúde. Há uma vantagem no uso dos óleos de côco palmiste e côco babaçu frente ao côco da praia, que é um custo mais baixo destes óleos com os mesmos resultados.

O uso destes óleos como veículos carreadores para massagem, ou em bases de cremes é uma excelente alternativa que apresenta as vantagens de:

1. Não rançar facilmente, mesmo em contato com água em bases de cremes e possuir alta durabilidade.

2. Penetrar com extrema rapidez pelos poros da pele, facilitando a entrada de óleos essenciais e outros bioativos.

3. Ao penetrar no corpo agir como imunomodulador, contribuído assim para o fortalecimento da imunidade e equilíbrio de quadros inflamatórios.

Tabela comparativa dos óleos de cocos e seus teores de ácido láurico:

Obs.: Estas porcentagens podem variar de acordo com a época do ano que o produto foi obtido e procedência. Contudo são variações pequenas que caracterizam teores de ácido láurico, por exemplo, sempre bem parecidos. A média de ácido láurico nos 3 óleos varia de 42 a 52%.

Letícia Christianetti – CRN 6746

Conselhos da Nutri

2 nov

A coluna da nossa super nutri Lê de hoje fala de uma prática que eu sou super adepta e adoro, que é a auriculoterapia. Além de funcionar muito bem e me ajudar um monte, principalmente com a ansiedade e o cansaço, ainda é uma opção “portátil” para quem não consegue encaixar um horário na acupuntura (como eu, no caso, ehehe).

Boa leitura!

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Na última consulta, eu tentava esclarecer a minha Lolita Bruna, de que forma a auriculoterapia atua no organismo. É no mínimo curioso como esta ramificação da acupuntura atua de maneira eficientíssima na eliminação do peso “super indesejado”.  Veja só que interessante este mecanismo…

 

A auriculoterapia foi oficializada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como uma terapia de microssistema. Na anatomia do pavilhão auricular encontramos diversos pontos de tratamento que quando estimulados transmitem correntes bioelétricas, e estas ativam diversos órgãos do nosso corpo. O diagnóstico do tratamento em auriculoterapia acontece pela análise de pequenas manchas vermelhas ou esbranquiçadas e ainda, por pontos em específico que submetidos ao toque, apresentam dor ou movimento de energia. Bem, não se surpreendam se no momento da aplicação, vocês estiverem sentindo, por exemplo, uma dor horrível na região da cervical e a nutri perguntar: Tu estás com dor na tua cervical? Aí vem aquele olhar assustado e a clássica pergunta: Como que você viu isso?

Certo, pois é exatamente assim que ocorre, não se trata de adivinhações, é “verdade verdadeira” que a nossa orelha denuncia possíveis desarmonias de determinados órgãos e quando aplicamos as sementinhas, podemos tratar milhares de situações e desarmonias do nosso sistema.

No tratamento de emagrecimento, existem alguns pontinhos importantes que devem ser estimulados para que as correntes biolétricas ativadas nestas terminações nervosas, harmonizem as funções e possibilitem o emagrecimento de maneira interessante.

A medicina tradicional chinesa participa com grande potencial dos tratamentos de emagrecimento, diminuindo a fome, aumentando as funções intestinais e favorecendo a liberação de enzimas digestivas através do estimulo de determinados órgãos pontuados.

Para sentir as ações, só mesmo passando por este tratamento e percebendo as melhoras a cada dia e a cada estímulo.

Letícia Christianetti

Nutricionista – CRN 6746

Conselhos da Nutri

4 out

Sabe aquela vontade louca de comer doce? A nossa super nutri Lê tem um monte de dicas para lutar  contra esses momentos de desespero. Boa leitura!

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É super possível viver sem doces!
Viver sem doces parece algo impossível, não é? Mas aos doceiros de plantão que estão buscando eliminar peso vai a dica: é possível controlar a vontade infinita de comer doces!

Sim, é bem verdade que não é preciso viver TOTALMENTE sem o aconchego dos docinhos… eles nos dão colinho e acalentam os nossos anseios! Trazem paz ao coração e literalmente, adoçam a nossa vida, porém, não podemos deixar que eles apareçam em nossa dieta de maneira exagerada. São muitas as alternativas para driblar a vontade de comer doces.

Inicialmente podemos optar por alternativas mais saudáveis, como o chocolate 70 % de cacau, ele é muito interessante, pois equilibra o paladar doce/amargo e estimula hormônios que causam a saciedade. A medicina tradicional chinesa com o seu fabuloso equilíbrio Yin/Yang diz que vontades exageradas de comer doce é desequilíbrio do elemento TERRA, que tem relação com momentos de cansaço extremo e desarmonia do baço, orgão que distribui energia para o corpo.

Neste momento, aurículoterapia no ponto de baço seria potente aliado no tratamento, diminuindo o cansaço e tratando a causa do exagero no consumo de doces. Existe um floral maravilhoso chamado Dulcis, outro grande amiguinho que nos alivia deste anseio pelo doce. Ainda, podemos equilibrar o paladar, buscando ingerir alimentos mais amargos e neutralizando a receptividade doce.

Na linha de fitoterápicos, existe a nossa querida Gymnema Silvestre que encanta com o seu potencial neste tratamento, diminui a vontade pelos doces e de quebra, auxilia na liberação insulínica nos tratamentos da Diabetes Mellitus. Enfim, são infinitas as formas de equilibrar esta conduta alimentar… Mas lembre-se, cada caso é único, e é importantíssimo buscar tratar a causa desta necessidade, somente assim teremos uma mudança de comportamento alimentar.

Letícia Christianetti – nutricionista – CRN 6746

Conselhos da Nutri

19 set

A coluna da nossa super nutri Lê dessa semana fala sobre os efeitos bacanas que a terapia com óleos essenciais trazem auxiliando nas dietas. Boa leitura!

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Muitas são as relações desta terapia com o processo de emagrecimento. A mais interessante atuação é contra a velha e famosa ansiedade. Existem alguns óleos essenciais que buscam harmonizar a tranquilizar os nossos anseios pelos alimentos.

O óleo essencial de Capim Limão, além de despertar positivamente a nossa criança interior, acalma e diminui a ansiedade e é interessantíssimo nos procedimentos estéticos de drenagem linfática e celulite.

Outro que atua diretamente no processo de emagrecimento é o oleo essencial de Anis, que auxilia principalmente nos processos digestivos e diminui a ansiedade pelos doces.

O nosso querido e famoso gengibre, complementa com sua ação termogênica e pode ser utilizado na aplicação de procedimentos estéticos para gorduras locais.

O óleo essencial de Laranja amarga, dá o toque de perfeição à todos estes processos. Aos pacientes queridos que têm dificuldade de ingerir água, é muito interessante associarmos a ingestão de óleo essencial à nossa “garrafinha”, que além de agir de maneira terapêutica e funcional, estará nos auxiliando com o seu sabor incomparável.

Os óleos essenciais são a “cereja do bolo” das nossas amadas plantinhas cheirosas e fabulosas com sua grandeza funcional, que atua de maneira simples e eficiente no nosso organismo. Porém, é necessário consultar o uso destes óleos essenciais com um profissional habilitado, pois usados de forma indevida, podem causar reações adversas ao organismo. Muitas são as formas de indicação e uma infinidade de possibilidades de tratamento são oferecidas por estas pequenas gotículas de sabor, aroma e leveza… Nada como a natureza, que atua com sabedoria e verdade em cada sentir…

Conselhos da Nutri

8 set

Nossa nutri traz dicas muito legais sobre como encarar a dieta e a mudança nas nossas vidas. Boa leitura!

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O segredo é não sentir-se em dieta!

A primeira frase que geralmente escuto é voltada ao planejamento alimentar… “Daí você vai me passar uma dieta?”

Bem, é exatamente isto que eu não pretendo fazer, escrever em um papel a rotina alimentar diária de um paciente. Vocês já pararam pra pensar? “Hora do almoço, deixa eu pegar o meu papelzinho pra ver o que eu tenho que comer… sim, porque estou de dieta, né?” Não, não, nãããooooo!!! Não façam isso com suas sagradas refeições… estar em dieta é muito mais que seguir um papel, é estado de espírito, é querer muito ser mais saudável, é sentir-se feliz pelas novas escolhas alimentares e ter certeza de que está fazendo o melhor para si mesmo… Logo, se estou bem, leve, objetivada à minha conduta alimentar, não tenho motivos para enfatizar a famosa frase: “Estou de dieta!”  Menos ainda, motivos para seguir o famoso papel, que inicialmente até pode nos dar “um norte”, mas posteriormente nos condiciona a viver seguindo o papel, não o nosso coração.

Amar alimentos leves, coloridos, nutridos e felizes é muito mais do que estar em dieta, é buscar para si o bem estar físico e mental. Sim, porque ninguém deve ser neurótico em suas escolhas alimentares, tem hora inclusive para aquele delicioso prato mega calórico que você tanto ama. O segredo é não ser escravo da dieta, é sentir liberdade e por vezes, sem culpa, agradar o paladar, buscando compensar o pequeno exagero cometido e seguir sempre, em busca de dias leves, felizes e saudáveis… Então anjos, mudem seus paladares, busquem sentir a leveza e a felicidade que estes alimentos mega nutridos podem nos trazer! Flua com a leveza da natureza, do colorido das frutas! Flua com o bem estar… E não esqueçam… O segredo é não estar em dieta!!!!

Conselhos da nutri

29 ago

Bom momento para colocar a coluna da nossa nutri Lê dessa semana: domingo à noite, muitas consciências pesadas e a promessa de começar uma dieta amanhã!

Aproveitem os conselhos da nutri, que essa semana vem com um bônus: além dos benefícios da soja como um alimento funcional, ainda tem uma receitinha para testar durante essa semana!

Boa leitura!

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Alimentos funcionais

Veja os benefícios que os nutrientes da soja nos oferecem:

Contra doenças cardiovasculares:

Aminograma: a relação arginina/lisina, maior na soja em comparação com a caseína, promoveria alguma ação protetora e de menor incremento na aterosclerose.

Fibras: O polissacarídeo de soja poderia, em grandes quantidades, diminui os níveis de colestrerol sérico.

Saponinas: As saponinas atuam na eliminação de bile no intestino, melhorando o metabolismo das gorduras.

Inibidores da Tripsina: Os inibidores da tripsina, no caso especifico da soja, o chamado Inibidor de Bowman-Birk, estão relacionados com o incremento da função vesicular e deste modo, incremento na produção e eliminação da bile.

Globulinas de soja: As globulinas poderiam estimular a captação de LDL (mal colesterol) por receptores hepáticos, diminuindo os riscos para doenças cardíacas.

Isoflavonas: O grupo dos fitoquímicos possui compostos classificados como fitoestrógenos, nesses existem compostos como a genisteina, gliciteína e daidzeina, que possuem efeito estrogênico. Os efeitos relacionados a essa característica, mostram maior captação hepática do LDL-colesterol, incremento na elasticidade arterial e melhora do tônus vasomotor arterial.

Menopausa:

Pesquisadores da Califórnia acabam de publicar um trabalho, no qual mostraram que a ingestão de 25 g de soja por dia, contendo 107 mg de isoflavonas tem resultados benéficos sobre o tônus vasomotor, independentes de ações antioxidantes e de diminuição de lípides plasmáticos. O estudo foi realizado com 28 mulheres pós-menopausadas saudáveis com índice de massa corpórea (IMC) < 30 e que não usaram terapia de reposição hormonal nos últimos seis meses. Os autores puderam concluir que o suplemento fornecido auxiliou na manutenção de reatividade vascular em mulheres após a menopausa.

Estudos mostram que a ingestão diária de 45 mg de isoflavonas modifica as características do ciclo menstrual, prolongando sua duração. Os estudos lembram que os ciclos longos estão relacionados a um baixo risco para câncer de mama e esse efeito não ocorre quando se ingere alimento a base de soja sem isoflavonas.

Brzezinski e Cols realizaram um estudo com 145 mulheres pós-menopausadas, recebendo dieta rica em fitoestrógenos (mais de 60mg isoflavonas/dia), mostrando redução dos sintomas da menopausa em 50%, dos fogachos em 54% e da secura vaginal em 60%. Em outros dois estudos com mulheres na menopausa, os resultados foram positivos havendo alívio dos sintomas vasomotores, diminuição da incidência e severidade das ondas de calor.

Osteoporose:

Alguns estudos experimentais sugerem que a isoflavona pode contribuir para a saúde óssea devido à sua semelhança química com a ipriflavona, substância que mostrou aumentar a massa óssea em mulheres na menopausa.

Atualmente, vários trabalhos têm demonstrado que a ipriflavona, além de inibir a perda dos ossos, pode estimular diretamente na sua nova formação. A ipriflavona é um isoflavonóide semi-sintético estruturalmente similar aos isoflavonóides da soja – compostos que podem ser responsáveis pelo aumento da densidade óssea em mulheres que estão na pós-menopausa.

Câncer:

Estudos “in vitro” demonstram que a genisteína inibe o crescimento de uma ampla variedade de células neoplásicas, incluindo células de mama, células de cólon e células da pele, além de inibir a atividade metastática de células de câncer de próstata.

Algumas isoflavonas, com genisteína (forma aglicona) têm grande poder de controle de células cancerosas. Genisteína também inibiu o crescimento de células tumorais da próstata humana quando comparada à sua forma glicolisada.

Almôndegas de soja

Calorias:410,22kcal

Ingredientes

- 500g de Soja

- 50g de farinha de trigo integral

- Cheiro verde à gosto

- 1/4 cebola picada

- Sal à gosto

- Azeite de oliva

- Lascas de gengibre

- Manjericão à gosto

 

Modo de preparo:

Massa:

- Em um recipiente pequeno misturar os ingredientes da massa (incluindo o gengibre e o manjericão), formar os bolinhos, empanar e refogar.

- Deixar as almôndegas sobre folha de papel absorvente.

Molho:

- Refogar em óleo quente o alho, a cebola e o tomate, mexendo sempre.

- Acrescentar o extrato de tomate, o sal e a água.

- Tampar a panela, abaixando o fogo após a fervura.

- Cozinhar por cinco minutos.

- Desligar o fogo e adicionar o cheiro verde.

- Arrumar as almôndegas em uma travessa e cobrí-las com o molho.

- Servir em seguida.

Rende aproximadamente 100 almôndegas pequenas.

 

Letícia Christianetti – Nutricionista – CRN 6746

Conselhos da nutri

16 ago

A coluna da nossa super nutri dessa semana tem a ver com alimentação e treinos físicos, super a ver com nosso novo momento de dieta + academia.

Boa leitura!

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Existem várias condutas alimentares para indivíduos em atividade física. Inicialmente é necessário avaliar o foco do paciente. Após, é preciso verificar o treino programado pelo Educador Físico, conhecer o tempo programado, a série de exercícios, se a proposta envolve treino aeróbico ou anaeróbico e a frequência deste.

Antes do treino, deve-se garantir uma refeição que o mantenha em estado anabólico durante o exercício, de preferência uma refeição leve e sólida. O ideal seria realizar esta refeição com uma hora de antecedência ao exercício, para que o organismo já tenha formado a reserva de glicogênio, nutriente principal da formação muscular. Nesta estrutura deve conter uma quantidade adequada de carboidratos complexos e proteínas, para que o corpo consiga manter um balanço nitrogenado positivo evitando utilizar massa magra (músculo) como fonte de energia. É necessário estar perfeitamente hidratado, para manter as reservas de micronutrientes. É neste momento também, que associamos os termogênicos e a suplementação de vitamina C, para que a formação de radicais livres da gordura eliminada pela ação dos termogênicos seja amenizada, evitando assim o envelhecimento precoce.

Podemos associar sempre suplementos alimentares, desde que o paciente esteja efetivando o treino proposto pelo seu professor e que o seu fator atividade necessite deste aporte de nutrientes. Inclusive durante o treino.

Já, após os exercícios, o principal é garantir uma ótima recuperação do organismo. Muitas pessoas ainda acham que o crescimento muscular ocorre exatamente no momento do exercício, mas, na verdade, a maior parte do processo de hipertrofia acontece durante o período de descanso. Imediatamente após o treinamento, é interessante realizar uma refeição o quanto antes, para auxiliar no processo de recuperação e evitar o catabolismo. Nesta refeição devemos utilizar uma quantidade importante de aminoácidos de rápida absorção. Aqui seria interessante uma refeição completa e com ênfase na ativação hormonal, principalmente nos casos com foco em emagrecimento. O velho feijão com arroz e carne é o alimento dos sonhos…

Letícia Christianetti – Nutricionista CRN 6746

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