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Conselhos da Nutri

7 jun
Restrição não é a solução!
Segredo 1: Fracionar
Dietas com proibições não servem para você? Tudo bem. É possível emagrecer sem transformar a sua vida em um cardápio cheio de restrições alimentares.

Estamos acostumados com práticas de prescrição de dieta através do cardápio, que vai constituir a rotina alimentar para os próximos dias de sua vida. Mas esquecemos do que importa realmente, que é construir uma conduta mais saudável. O cardápio é importante em alguns casos específicos, ele pode nos auxiliar no primeiro momento, mas certamente não poderemos transformar este planejamento dietoterápico em uma conduta para a vida.

Podemos escolher todo tipo de alimento desde que saibamos conduzir alguns segredinhos na hora das escolhas alimentares, que são muitas, mas hoje vou falar especificamente na questão do fracionamento das refeições. Pois bem, o segredinho é o seguinte: comer a cada três horas. OK, não é novidade. Mas você tentou?
Ou melhor, se comprometeu de verdade a evitar jejuns prolongados?

Ficar longos períodos sem comer faz o corpo entrar em estado de alerta, imaginando que você está perdida no deserto sem comida. Daí, para se prevenir, passa a estocar gordura em vez de queimar. E, ainda, põe em ação mecanismos que comprometem as curvas e a saúde.

Mas, antes de achar que a regra das três horas não ajuda ninguém a perder peso, saiba que ela se transformou no livro “A Dieta das 3 Horas”, do americanoJorge Cruise, num sucesso estrondoso nos Estados Unidos. Essa matéria foi publicada na revista Saúde e trouxe para a mídia uma conduta que firmo com meus pacientes desde o primeiro dia de tratamento: Comer uma fruta a cada intervalo de 3 horas. 

Essa proposta de conduta alimentar é um contrato de sucesso para ajudar você a fracionar as refeições e emagrecer com um metabolismo nota MIL.

Veja só como esta pequena conduta pode favorecer no processo do emagrecimento:

• Metabolismo a mil: toda vez que você come, gasta calorias na tarefa de digerir os alimentos. Por isso, comer a cada três horas obriga o corpo a reiniciar a digestão de cinco a seis vezes por dia, queimando mais calorias e fazendo você perder peso.

• Menos gordura, mais músculos: três horas depois de uma refeição, o organismo encerra o processo de digestão – os excessos são estocados na forma de gordura e o corpo passa a buscar combustível nos músculos. Se você comer antes desse sistema ser acionado, a gordura vai embora e os músculos ficam. E, como os músculos são queimadores de energia, ajudam a manter o metabolismo acelerado. 

• Barriga chapada: quando você está com fome, numa espécie de stress, seu corpo produz uma quantidade maior de cortisol.

Um estudo publicado no conceituado New England Journal of Medicine mostrou que quantidades elevadas desse hormônio estão associadas aos estoques de gordura abdominal. 

• Fome econômica: fazer refeições a cada três horas emagrece sem sacrifício, pois você come antes de ficar faminta. E existem duas vantagens nisso: Quando a gente se satisfaz com porções menores, economiza calorias e mantém equilibrados os níveis de insulina”.

Se você consome um prato gigante, produz muita insulina (hormônio cuja tarefa é carregar a glicose para dentro das células). Em excesso, esse hormônio engorda e dá mais fome.

Muita gente só lembra-se de comer quando a fome está quase incontrolável – e aí lá vem peso extra. Você faz o mesmo? Então, coloque em prática o plano de adesão à mudança de comportamento alimentar, procure um nutricionista e conheça todos os segredinhos que ajudam a emagrecer e ter uma vida sem dietas restritas, feliz e saudável.

Conselhos da Nutri

7 mai

QUANTO PESA A SUA MENTE?

Emagrecer está na cabeça

Quando iniciamos uma terapia nutricional queremos imediatamente emagrecer o corpo, mas será que é a melhor alternativa? Será que exagerar nas restrições alimentares causa sucesso no tratamento de nutrição? Devo afirmar que restrições excessivas não são as melhores alternativas para emagrecer a mente, menos ainda o corpo, que entra em efeito sanfona imediatamente (o famoso engorda-emagrece).

A ideia não é pregar o fim das dietas nem dizer o que você pode ou não comer, mas mostrar que é possível perder peso usando a cabeça. Você sabia que existem métodos que fazem a nossa mente se tornar mais magra?

Quando você pensa em começar uma dieta, seu organismo entra em estado de alerta. Então, surge o impulso de comer o que, na próxima semana, vai estar proibido. Sem contar o stress pela situação de pressão que fazemos na maioria das tentativas, quando elas vão por água abaixo, em pouco tempo. Aí vem aquele desânimo, a tristeza e até raiva de si mesma.

Privar-se de todos os alimentos saborosos, ou comê-los demais, são formas de violência contra o nosso corpo. Então curar a mente, significa curar o corpo e, consequentemente, emagrecer.

Vamos conhecer oito métodos interessantes para emagrecer a mente:

1. Só do bom e do melhor.

Você não joga lixo na rua nem no chão de casa. Por que iria jogá-lo para dentro do seu corpo? Use essa lógica na hora de comer e recuse o que não estiver de fato delicioso, não importa se é um bombom ou um pão com manteiga. Antes de dar a segunda mordida, pergunte-se: isso está mesmo gostoso? Se a resposta for algo do tipo ‘mais ou menos’, ponha de lado. Nem pense em raspar o prato ou a panela só para não sobrar, caso já estiver satisfeita. Assim, você exercita seu poder de escolha e, se convence de que é merecedora do prazer de comer.

2. Um quilo de cada vez.

Em vez de colocar na cabeça que quer se livrar logo de 10 ou 15 quilos, concentre seu esforço em perder o primeiro quilo. Quando chegar lá, passe à próxima meta. O processo pode demorar um pouco mais, porém, ao estabelecer objetivos menores, fica mais fácil de alcança-los e, é uma maneira de valorizar pequenas conquistas e evitar frustrações.

3. Quatro minutos de pausa.

No self service, em vez de encher o prato de uma vez, coloque menos comida e pense que pode repetir. Terminou? Espere quatro minutos antes de se servir de novo – enquanto isso, cheque suas mensagens no celular, converse com a amiga do lado, vá até o banheiro. Esse é o tempo que o cérebro precisa para distinguir entre a vontade de comer e a fome. Agindo assim, você certamente vai ficar satisfeita, comendo menos do que se enchesse o prato de cara.

4. Geladeira sempre cheia.

Pode comemorar: você está liberada para rechear a geladeira com coisas que você gosta, desde que elas não tirem o espaço de frutas e vegetais e até de alguns alimentos light. Assim, quando bater a fome, vai poder comer algo que a satisfaça, em vez de atacar aquele pão amanhecido, ou o macarrão de ontem, porque não achou outra opção (você merece comer com prazer, lembra?). Sem falar que, tendo o que é gostoso à mão – e não à distância, como se fosse proibido -, você relaxa do estado de vigilância que gera stress e a faz comer mais. Mais uma oportunidade de provar que é você que escolhe a comida, e não o contrário.

5. Comida em preto e branco

Imagine seu prato favorito (quanto mais calórico, melhor!), com todas as cores e texturas. Chega a dar água na boca, não? Agora, tente visualizá-lo em preto e branco, como uma folha de jornal. Ainda parece apetitoso? Experimente esse exercício antes de cada refeição. Comemos primeiro com a cabeça, ou seja, a imagem que se forma no cérebro, acaba definindo o tamanho da fome. Deixando-a menos atraente, você vai ter menos vontade de devorar o prato quando estiver na sua frente.

6. Prazer além da mesa

Faça uma relação de coisas que a deixam feliz – fazer as unhas, ligar para uma amiga, tomar um banho quentinho, deitar em um lençol macio, etc. –, mas nada de incluir alimentos. Quando se sentir triste, estressada ou ansiosa (e louca para devorar uma guloseima), escolha um item da lista e realize-o. Aos poucos, você vai deixando de usar a comida para compensar as emoções.

7. Fome ou vontade de comer?

Quando estiver à beira de um ataque à geladeira, pergunte se o que tem é fome mesmo ou só vontade de comer. Então, dê uma nota de 0 a 10 para cada uma e, tente comer só quando a fome for maior. No começo, pode ser difícil resistir ao desejo de apenas pôr alguma coisa na boca, mas, aos poucos, você aprende a ouvir seu corpo e a vencer o impulso.

8. Celebre seus sucessos

Desanimada com as tentativas de entrar naquele jeans? Pense em coisas importantes que conquistou: um carro, um apartamento, o emprego que você adora, uma viagem incrível. Isso vai lembrá-la de que é capaz de chegar aonde quiser e injetar ânimo para alcançar mais esta meta: emagrecer.

Letícia Christianetti – nutricionista - CRN 6746

Conselhos da Nutri

25 abr

Dieta não é a solução!

Estar em dieta parece fácil, basta termos um cardápio equilibrado em mãos e seguirmos o que está escrito nele, correto? Infelizmente, não. Dietas são facilmente encontradas em artigos na Internet, em revistas, no fundinho da gaveta ou quando você foi a nutri e não adiantou nada, não emagreceu nenhuma grama. Mas será que esta dieta ficou guardadinha na gaveta chamada “memória inconsciente”?  Todos sabemo que fazer e o que comer, mas por vezes nos sentimos impotentes para fazê-lo. Algo mais forte que nossa vontade nos impede.

Uma das perguntas que faço sempre aos meus pacientes é a seguinte: O que você tem feito que lhe dê prazer? Muitas vezes comemos sem fome mesmo sabendo que não deveria fazê-lo e isto geralmente acontece na ânsia pela busca do prazer, do êxtase ao saborear aquele delicioso chocolate. Ao comer o chocolate, sentimos um prazer provisório, que volta reforçado pela culpa, levando-nos a comer ainda mais, para tornar a diminuir a tensão.

Outros grandes causadores de comilança são as dificuldades afetivas. Rompimentos, perdas, luto podem alterar o nosso comportamento alimentar, levando-nos a comer demais ou até compulsivamente. O alimento, nesse contexto, seria um substituto do afeto perdido.

Você já percebeu que a comida é o nosso primeiro antidepressivo- ansiolítico? Paremos para pensar na primeira atitude da mãe no momento do nascimento, quando o choro é invariavelmente necessário… Oferecer o peito, oferecer alimento. E nos próximos dias, até as nossas primeiras palavras, sempre que estivermos chorando, o cuidado e afeto oferecido será o leite materno, o alimento. Ainda quando bebês oferecer alimento é a primeira estratégia para lidar com sensações desagradáveis, com as nossas primeiras frustrações.

Mais tarde, quando as frustrações afetivas ocorrerem, inconscientemente, poderemos reativar o velho e antigo esquema.

E é este o papel do nutricionista, reprogramar e motivar para a qualidade de vida e bons hábitos alimentares. Incentivar a prática de atividades físicas que causem prazer, organizar a dieta e orientar para boas escolhas alimentares. Mudar o comportamento alimentar, por outro lado, requer disciplina e dedicação e o mais importante de tudo, tempo. Ah o tempo, senhor de todas as coisas… Não tenha pressa de emagrecer, somente deseje fortemente atingir o seu objetivo e comece agora! O “agora” é o melhor amigo da ação!

Letícia Christianetti -  CRN 6746

Conselhos da Nutri

2 abr

Este segredinho faz toda a diferença! Muitos pacientes ao chegar ao consultório fazem seu primeiro pedido: gostaria que você fizesse uma dieta para eu emagrecer 10kg neste mês. Uma missão humanamente impossível, não para o nutricionista, para a realidade do dia a dia de cada um.

O que faz a diferença em um tratamento de nutrição não é a composição das dietas, mas sim, as escolhas alimentares
acessíveis a nossa rotina diária. Montar um cardápio é algo matemático, que em nada tem a ver com mudança de comportamento. Em sumo, a mudança de comportamento é o que nos faz manter a leveza do corpo e da mente. Mudar o
comportamento não envolve culpa, não fomenta correria para comprar o que faltou para o cardápio, nos deixa livres para participarmos de eventos em família, mesmo que este evento envolva pratos deliciosos que não fazem parte do planejamento alimentar.

Eliminar 10 kg em um mês está longe de ser saudável e humano. O emagrecimento saudável preconiza uma diminuição de massa de no máximo 1,5 kg por semana, para indivíduos saudáveis. No caso de patologias associadas, ou prescrição médica, as orientações tornam-se mais restritas e voltadas ao foco do tratamento médico.

Mudar o comportamento é uma visão que busca manter saúde. E raramente conseguimos fazer sozinhos e em um único atendimento. Por isso a importância do acompanhamento nutricional, que faz toda a diferença no tratamento para emagrecimento. Existe uma motivação que envolve atingir os objetivos e perceber a cada dia as mudanças que o corpo produz, dentre elas, a pele, o cabelo, a leveza e tranquilidade de estar no caminho certo. Então, se nossa meta é grande, precisamos planejar e iniciar um tratamento o mais rápido possível, nunca será suficiente iniciarmos um tratamento no mês de novembro para atingirmos um objetivo irreal em dezembro e sentir a frustração de não ter alcançado a meta proposta. Da mesma forma funcionam os tratamentos estéticos e a atividade física, nossa maior parceira nos processos de emagrecimento. Logo, cuidar-se o ano todo nos traz tranquilidade, diferente de ansiedade que aflora nos tratamentos de curto prazo. E se por minutos pararmos para pensar nas consequências do sintoma ansiedade, rapidamente vamos
lembrar o aumento do apetite, que invariavelmente nos faz comer mais do que deveríamos.

O tratamento de nutrição, e as mudanças do comportamento alimentar são formas reais de atingir os nossos objetivos em emagrecimento, o segredo é não estar em dieta, e sim, viver uma alimentação mais saudável no dia a dia e sentir-se também livre para vivenciar os sabores que agradam ao paladar. Não há como dissociar prazer e alimento, mas há sim, uma forma de ver prazer em sentir-se saudável a partir de boas escolhas alimentares.

Enfim, cada caso, é um caso. Cada paciente chega com o seu anseio e a sua forma de produzir resultados. Não existe uma fórmula igual para todos, existe uma humanização do tratamento que busca tratar o paciente com carinho e  individualidade. Somente desta forma chegaremos ao objetivo final: emagrecimento.

Letícia Christianetti – Nutricionista

CRN 6746

A dor do peso

25 mar

Ontem resolvi entrar pra ver se já estavam os resultados da bateria de exames que fiz. Glicose, insulina, Colestreol, Hdl, Vdl, etc…tudo errado! Meu colesterol está acima do esperado, em 246!!! O colesterol bom….abaixo do nível esperado. Ou seja, ou eu tomo vergonha nesta minha cara ou vou ter um ataque cardíaco aos 35 anos.

É muito difícil estar acima do peso. Já tenho choramingado isso neste blog uma dezena de vezes, mas é que DE FATO é muito difícil. Estou encarando todos estes problemas de saúde que apareceram nos últimos dois meses como uma última oportunidade para mudar. Já tenho o apoio de todos, mas , porque não me apoio?

Muitos amigos me perguntam porque resolvi escrever no blog meus dilemas com o peso. Como se isso fosse vergonhoso, coisa de loser. Nunca encarei dessa forma. Sinto que ao escrever tiro meio quilo das costas. E isso é bom. E se é bom, vou continuar fazendo. Acho que os amigos quem não conseguem entender porque não emagreço, entram no blog e podem sentir minhas emoções, angustias. Coisa que numa mesa de bar, num churrasco de família, não me sinto a vontade para verbalizar.

Foi quando encontrei o trabalho da artista Julia Kozerrski que uma lágrima finalmente caiu. Chorei muito, com muita força, debaixo das gotinhas de agua quente que caiam no meu corpo no banheiro. Chorei com vontade. Me fez bem.

Assim como eu, Julia estava gorda. Estava, pois ela emagreceu 72kg.

Numa sociedade mundial onde a perfeição é regra y o Photoshop governa, Julia fica nua e faz fotografias dela mesma. Assim, do jeito que é, sem penteados, super produções, sem enganar ninguem com posições que a deixem mais linda.

No trabalho “Half”, Julia, 27 anos,  enfrenta o espelho, uma balança, uma geladeira lotada de alimentos…

Sem título / Julia Kozerski

Whitewash/ Julia Kozerski

Sobre as fotos Julia afirma: “Servem como um reflexo de minha experiência y para explorar minha dores físicas e emocionais, as lutas particulares com os alimentos, a obsessão, o autocontrole e minha própria imagem”.

Absoultion / Julia Kozerski

Assim como eu e a Bruna, Julia resolveu tornar essa experiência publica a través da arte e acho que conseguiu como poucos retratar a dor que se sente de não conseguir “estar no padrão físico ” que todos esperam.O importante, de fato, é estar com a saúde em dia. Ser magro realmente ajuda, mas estamos preparados para ser perfeitos?

Ruins No 1 / Julia Kozerski

A sociedade tem uma visão definida do que é ser gordo. Se você é gordo, é fraco, perdedor. Se você é magro, deve obrigatoriamente ser sexy e positivo. Pura balela. Não sou feia, nem preguiçosa. Sim , as vezes perco o controle, mas estou tentando mudar.

É por isso que este trabalho me tocou tanto. Em entrevista Julia disse algo que penso sempre: “Achei que tudo ficaria bem depois de perder peso. Não está relacionado com o número do manequim, ou onde você faz compras – Achei que tratava-se disso. Me dei conta que tudo tem a ver com quem você é. Se você está seguro e com saúde, se você está onde quer estar e onde você precisa estar como pessoa.”

Obrigado Julia por este lindo trabalho e exemplo de superação.

Obrigado arte contemporâneo!

Yeah Yeah!

7 fev

Saindo para a aula de Circuit One , na Body One. A aula simula o treinamento militar em caráter lúdico, aliando condicionamento cardiovascular a fortalecimento muscular e trabalhando força, agilidade, resistência e equilíbrio.
Emagrecer, sim senhor! Desistir não senhor!!!!

Conselhos da nutri

19 jan

Já falamos do tal milagroso óleo de côco aqui no blog, mas a nossa querida nutri Lê traz na sua coluna várias informações super bacanas e esclarecedoras sobre o novo queridinho das dietas. Por sinal, estou doida pra começar a usar, viu Lê?

Boa leitura!

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Óleo de côco e suas ações terapêuticas!

Os óleos láuricos são óleos obtidos de coqueiros nativos de países tropicais. Se destacam, frente a outros tipos de gorduras, pela sua concentração elevada de ácido láurico, componente importante do leite materno humano, para o fortalecimento imunológico do bebê. Pesquisas cientificas demonstram que o ácido láurico possui a capacidade de aumentar o sistema imunológico pela ativação da liberação de uma substância chamada interleucina 2 (Wallace, F A et al.), que faz a medula óssea fabricar mais células brancas de defesa (isso é muito bom para quem tem imunidade baixa como pessoas com AIDS e Câncer). Além disso, os óleos láuricos agem como antiinflamatórios pela inibição da síntese local de prostaglandinas (PGE2) e interleucina 6 que são substâncias pró-inflamatórias presentes em quadros reumáticos, artrites e inflamações musculares. Ou seja, eles são antiinflamatórios.

Quando o ácido láurico chega aos nossos intestinos ele é quebrado pela enzima lípase e se transforma em monolaurina. A monolaurina é absorvida pelos intestinos e vai ao sangue. Esta substância, cujo precursor é o ácido láurico, destrói a membrana de lipídios que envolve os vírus bem como torna inativas bactérias, leveduras e fungos. A ação atribuída a monolaurina é a de que ela solubiliza os lipídios contidos no envoltório dos vírus, causando a sua destruição. Há assim uma potencial atividade antiviral e anti-bacteriana desta substância contra vírus perigosos como Epstein-Barr, causador da mononucleose e bactérias como a Helicobacter pylori, principal causa hoje do câncer do estômago (Enig, M.; Issacs, C.E. et al. & Kabara J.J. et al.).

De fácil absorção, os óleos láuricos não necessitam de enzimas para sua digestão e metabolismo. No fígado, rapidamente se transformam em energia, gerando calor e queimando calorias, o que leva à perda de peso. De fato, por este efeito, o uso destes óleos têm se tornado famoso internacionalmente em dietas de emagrecimento, pois são o único tipo de gordura que ao ser metabolizada pelo corpo, não é estocada na forma de tecido gorduroso (St-Onge, M.P. et al. & Van Wymelbeke, V., et al.). Podem ser usados na culinária em substituição aos tradicionais óleos empregados na cozinha o que progressivamente reduz os depósitos de gordura localizada, levando ao emagrecimento natural e redução de problemas como a celulite.

Algumas observações levaram à descoberta que óleos láuricos estimulam a função da glândula tireóide. O bom funcionamento desta glândula, faz com que o mal colesterol (LDL) produza hormônios que reduzem a velocidade de envelhecimento do corpo como o DHEA, pregnenolona e a progesterona. Estes hormônios reduzem sintomas associados à menopausa e tensão pré-menstrual na mulher, problemas cardiovasculares, obesidade, entre outras doenças. Estudos científicos mais recentes demonstraram que os óleos láuricos não aumentam os níveis de colesterol como se pensava, mas muito pelo contrário, eles balanceiam os níveis do bom colesterol (HDL) no sangue (Enig, M. & Hostmark et al & Kaunitz e Dayrit & Awad). As pesquisas antigas com óleo de côco e que mostravam o contrário haviam sido feitas com óleo de côco parcialmente hidrogenado. Nenhum de nossos óleos passa por processo de hidrogenação, que pode dar origem à formação de gordura trans, que aumenta os níveis de colesterol e favorece o surgimento de câncer.

Os óleos láuricos reduzem a oxidação do mau colesterol (LDL) no sangue prevenindo doenças cardiovasculares. Óleos láuricos também ajudam a diminuir a compulsão por carboidratos (açúcar, doces, biscoitos, etc) devido a não estimularem a liberação de insulina. A maioria dos óleos poliinsaturados dificultam a entrada da insulina e nutrientes para dentro das células, deixando-as literalmente “famintas”, a gordura de coco “abre as suas membranas”, não somente permitindo que os níveis de glicose e insulina se normalizem, como também melhorando sua nutrição e restabelecendo os níveis normais de energia. Óleos láuricos possuem um ótimo desempenho na cozinha por serem muito estáveis sob altas temperaturas.

Na cozinha, não há nenhuma gordura melhor: diminuem o mau colesterol (LDL), ajudam a manter o peso, aumentam a imunidade, e protegem contra doenças cardiovasculares. O ácido láurico pode fazer estes óleos endurecerem em temperaturas inferiores a 23º graus. Em dias frios, para fazer a gordura voltar ao estado líquido, basta deixar a embalagem do óleo no sol da manhã ou aquecer em banho maria, que a gordura volta ao seu estado natural liquido. Você também pode apertar a garrafa levemente até que a gordura saia Há 3 tipos principais de coqueiros dos quais atualmente se obtém óleos ricos em ácido láurico:

Côco da praia (Cocus nucifera), do qual se obtém a “água de côco” e óleo rico em ácido láurico de sua polpa branca. Para ser empregado existem as versões extra-virgem (rico em vitamina E e aroma de côco), ou refinado (praticamente inodoro).

Côco babaçu (Orbignya oleifera), árvore brasileira e que fornece uma castanha rica em um óleo contendo óleo láurico. Praticamente só é comercializado óleo refinado, pois o óleo virgem possui um aroma de côco muito forte para uso na cozinha ou massagem.

Côco palmiste (Elaeis guineensis) obtido do caroço da palma. Praticamente só é comercializado óleo refinado, pois o óleo virgem possui um aroma de côco muito forte para uso na cozinha ou massagem. A vantagem deste produto é que ele não apresenta o cheiro que o babaçu ou óleo de côco eventualmente trazem, mesmo sendo refinados.

O refino não altera as qualidades naturais destes óleos devido à sua grande estabilidade ao calor e este processo não envolver o uso de produtos químicos prejudiciais à saúde. Há uma vantagem no uso dos óleos de côco palmiste e côco babaçu frente ao côco da praia, que é um custo mais baixo destes óleos com os mesmos resultados.

O uso destes óleos como veículos carreadores para massagem, ou em bases de cremes é uma excelente alternativa que apresenta as vantagens de:

1. Não rançar facilmente, mesmo em contato com água em bases de cremes e possuir alta durabilidade.

2. Penetrar com extrema rapidez pelos poros da pele, facilitando a entrada de óleos essenciais e outros bioativos.

3. Ao penetrar no corpo agir como imunomodulador, contribuído assim para o fortalecimento da imunidade e equilíbrio de quadros inflamatórios.

Tabela comparativa dos óleos de cocos e seus teores de ácido láurico:

Obs.: Estas porcentagens podem variar de acordo com a época do ano que o produto foi obtido e procedência. Contudo são variações pequenas que caracterizam teores de ácido láurico, por exemplo, sempre bem parecidos. A média de ácido láurico nos 3 óleos varia de 42 a 52%.

Letícia Christianetti – CRN 6746

Tireoide , etc e tal

23 nov

Como comentei há alguns meses aqui no blog, em janeiro deste ano fiz um tireoidectomia parcial, o que é isso?Retirei 85% da minha tireóide.

Porque?  Desde 2004 vinha acompanhanto o crescimento de um nódulo. Anualmente fazia biopsias ( uma agulha fininha é colocada o nódulo e eles extraem o liquido que tem lá dentro pra ver se as células são cancerígenas ou não), mas o bichinho não parava de crescer.

Em 2010, além do nódulo da tireóide estar cada vez maior, achei 3 nódulos na mama direita. Para retirar esses nódulos, fiz uma série de exames. Foi quando descobri que antes de operar a mama, deveria operar a tireóide, já que de TÃO  grande que estava o nódulo na tireóide, havia empurrado minha traquéia…Segundo o médico, ele não entende como eu conseguia me alimentar…

Resumo da história: dia 11/01/2011 reitrei o maldito nódulo. O Dr Ricardo Kroeff, exclente cirurgião, foi um querido e correu tudo bem na cirurgia. O resultado foi negativo para celular malignas, por isso não precisei fazer o radioterapia com iodo que geralmente é feita para quem faz a cirurgia e o que é extraído de láaaa de dentro é maligno. Tive sorte!!!

Como recebemos muitas visitas aqui no blog que chegam pela pesquisa da palavra tireóide, resolvi fazer um especial…

 O que é a tireóide e onde se localiza?
A glândula tireóide é um órgão do sistema endócrino do corpo humano. Ela se localiza na porção central e inferior do pescoço, logo abaixo do “Pomo de Adão”, que é uma cartilagem da laringe. Toda vez que ocorre o movimento de deglutição,quando você engole o que comeu, ela se movimenta para cima e para baixo junto com a laringe.

Para que serve a glândula tireóide?

A tireóide é produtora dos hormônios tireoidianos (T3 e T4), que são responsáveis pelo controle de diversas partes do metabolismo dos órgãos do corpo humano. Sua atividade (produção e liberação dos hormônios) é controlada pela hipófise, através de uma substância chamada TSH (hormônio estimulante da tireóide).

Quais as doenças que podem ocorrer com a glândula tireóide?

A tireóide pode sofrer de doenças que tem a ver com a forma (aumento difuso ou nodular), sua função (hipertiroidismo ou hipotireidismo), ou ambas. No meu caso, além de mudar de forma, também apresentei hipotiroidismo. Ou seja, minha tireóide virou um HIPOPOTAMO PREGUIÇOSO e não quis mais se movimentar…

Os nódulos de tireóide podem ser únicos ou múltiplos, benignos ou malignos, produtores de hormônio ou não. O meu era único, e media 4,3 cm de rádio… A grande maioria dos nódulos tireoidianos são benignos e não produzem hormônios. Devido à presença dos nódulos a glândula pode adquirir grandes dimensões, causando sintomas compressivos cervicais (falta de ar ou dificuldade para engolir foram os que eu vivi). Porém, nem todas as tireóides aumentadas têm nódulos, uma vez que a glândula pode estar aumentada (em geral devido à deficiência de Iodo ou a doenças auto-imunes).

Sobre a cirurgia ou tireoidectomia…

A principal dúvida das leituras é sobre a cicatriz. Bueno, fofinha… Meu nome é Maria Angélica Cicatriz. Prefiro estar cortadinha e feliz, do que lisinha e mortinha… Tenho 5 cicatrizes de cirurgias no meu corpo. Já me acostumei com elas. A do pescoço é sem dúvida a mais bonita. O Dr. Ricardo fez sutura de cirurgia plástica. Geralmente, se sua pele não criar queloide, as cicatrizes ficam bem. Pra não deixar dúvidas, fiz estas fotinhos…

O dia da cirurgia é tranqüilo. Eu entrei as 17h, operei as 18h e no outro dia às 13h tive alta. Nesse meio tempo fiquei com um dreno que expelia os restinhos de liquido, etc e tal. É muito importante ter referências sobre o cirurgião. Eu procurei me informar quem era, se era respeitado no meio, etc. Também é importante conversar muito e dizer todos os medos. Os médicos mais calados só não falam pois o paciente não pergunta! Pergunte tudo! Não tenha vergonha.

Os dias seguintes foram mais complicados. Não pela cirurgia em sí, mas pela dor insuportável no pescoço. Você fica tensa, achando que sua guela vai abrir e sangrar como nos desenhos animados… Tolice! Fora esse incômodo, e o fato de ter que tomar para o resto da vida a levotiroxina, foi tudo muito bem.Mas, se você tem medo, não tenha. Opera logo e tira isso. Se seu corpo reagiu criando um corpo estranho dentro dele, é porque ele não quer conviver com isso. Tira!

Nas últimas 3 semanas, tenho passado um pouco mal. Acho que está na hora de alterar a dosagem da levotiroxina.

Na próxima semana tenho endocrinologista e vou saber o que tenho que fazer pra não ficar tão enjoada pela manhã e com tanto sono. Tomara que tenha que aumentar a dose pra que meu organismo passe a ser uma jacuatirica selvagem e me ajude a emagrecer logo! Corra Jacuatirica, corra!

10 dicas para ouvir “Nossa, como você emagreceu” 10 vezes por dia, por Piangers

10 nov

Hoje tem convidado no blog! Quem manda estas dicas é o magérrimo Marcos Piangers, meu querido amigo e ex-fofinho.

10 dicas para ouvir “Nossa, como você emagreceu” 10 vezes por dia

por Piangers

Apesar de me enxergar como um atleta do time de remo da união soviética toda vez que me olhava no espelho, a maioria das pessoas de fora do meu convívio se referia a mim como o “gordinho do Patrola”. Eu apresentei o Patrola em Santa Catarina por quatro anos. Ou o “gordinho barbudo da rádio atlântida”, onde trabalho atualmente. Ou “fofinho”, como minha mulher carinhosamente me chama. Ou chamava.

Porque quando voltamos de férias em julho último eu tinha bebido todos os dias,
(às vezes pela manhã), tinha caprichado numa alimentação calórica e cheia de colesteról, e estava me sentindo tão gordo e inchado que decidi fazer uma revolução completa na minha alimentação – e no meu bolso, que sofria em ter que pagar as estravagâncias alimentísticas das férias.

Importante dizer: não tive acompanhamento de nutricionista e, como você vê nas dicas abaixo, fiz apenas aquilo que todos nós ouvimos dizer por aí que é saudável. Nada de dieta fechada, nem alimentos proibidos. Não sei quantos quilos perdi – não me pesei antes, não me pesei depois. Algumas pessoas chutam que perdi mais de dez quilos. Mas nunca estive tão perto de estar parecido com um atleta do time de remo da união soviética.

1. Aprenda a dizer NÃO para aquilo que você mais ama
Não me refiro à mulher e filha. Me refiro ao álcool. A primeira e mais dolorosa atitude foi cortar o álcool em absoluto. Nada de uma dose de conhaque ao chegar em casa. Nada de cervejinha no almoço. Nada de matar uma garrafa de vinho vendo um filme na tv. Por um mês inteiro não bebi nada, no segundo mês tomei uma cerveja de vez em nunca e agora voltei de leve aos chopes – mas enquanto todo mundo bebe 10, eu bebo 1.

2. Saladas e frutas, minhas melhores amigas
Sempre detestei o termo “enganar a fome com uma frutinha” porque pra mim comer sempre foi um EVENTO. Almoçar bem e principalmente jantar bem era um dos meus maiores prazeres. Por isso, gostava de estar com fome. Comer a entrada, aceitar champagne, pedir sobremesa. Com a dieta, como frutas e saladas o tempo todo. Muito. Liberado. E com o tempo comecei a adorar vagem e brócolis. Sério. Eu adoro vagem e brócolis. Que vergonha.

3. Jamie Oliver dos verdes
Evito arroz, feijão e massa, mas continuo tendo o maior prazer em sair pra comer, priorizando restaurantes que tenham boas saladas. Esses dias provei uma cama de folhas verdes com lascas de parmesão, tomate cereja, damascos e três gotas de geléia de framboesa que valeram por quase todos os filés enervados de 68 reais que já comi.

4. Existe uma vida melhor, mas é caríssima
Com o dinheiro que economizei não pedindo o prato principal e a sobremesa nesses restaurantes chiques, acabo tendo dinheiro pra comer mais sashimi – outro elemento absolutamente liberado na minha dieta. Evito arroz e qualquer fritura no sushi, óbvio, bem como o cream cheese. Mas sempre mato uma garrafa de vinho branco, que tem açúcar bom e natural, e incha menos que cerveja.

5. Fritura, SUA LINDA
Quanto mais gordura você come, mais gordura quer comer. É fato científico. Pesquisas dizem que comer muita batata frita provoca no corpo uma sensação parecida com a do THC, o princípio ativo da maconha. Na Austrália as mulheres preferem o prazer de comer chocolate ao prazer de fazer sexo (quero provar o chocolate australiano). Então, além do álcool, eu disse não para gorduras, frituras e doces. Tipo, nada. Na-da. Sobrou o sexo, fazer o quê? Por isso minha mulher engravidou nesse meio tempo.

6. Corredor de cereais do super-mercado, este desconhecido
Logo eu, fã número um de gordura trans, adepto da coxinha de galinha e entusiasta dos biscoitos Passatempo, agora explorador do mais obscuro dos corredores do super-mercado, o de cereais e produtos orgânicos. Descobri a granola com iogurte natural pela manhã, acompanhada de banana. A linhaça, o amaranto e a quinua, que eu misturo com tudo. Aderi à feira orgânica do bairro, onde tudo é integral. Meu intestino funciona que é uma beleza, meus colegas de trabalho podem atestar, assim que pararem de abanar essas revistas em minha direção.

7. Projeto Fábio Assunção
Larguei o pó. Por exemplo, não misturo mais açúcar e redescobri o gosto de sucos e café. Não ponho sal em nada, e descobri que os alimentos, estranhamente, continuam com gosto. Evito farinha e raramente como pão, a não ser os integrais da feirinha do bairro ou os que eu mesmo faço com a minha filha, só com produtos orgânicos. E economizo horrores no super-mercado, entre bisnaguinhas, pães de forma e pizzas congeladas com gosto de borracha.

8. Colesterol é tipo político
Todo mundo acha que colesterol é ruim, mas também existe o bom. Alimentos que ajudam a liga da justiça do colesterol: azeite extra-virgem, delícia. Pro lanche da tarde, ou enquanto assisto um filme a noite, castanhas ou amêndoas. Aliás, pistaches, damascos e ameixas, apesar de caros, também são ótimos.

9. Se correr o bicho pega
Sendo contrário a qualquer prática esportiva, optei apenas caminhar de vez em quando na esteira do prédio. Cerca de uma hora, 5 km, duas vezes por semana, só pra ajudar na circulação do sangue. Provavelmente não tem impacto na perda de peso, mas acaba se tornando um prazer depois que você não fica mais parecendo uma porca vermelha e suada nos três primeiros minutos.

10. Menos é menos
Quantas vezes eu almocei, mesmo sem fome? E outras tantas jantei, só por insistência da minha mulher. Agora a regra é: não estou com fome, não como. Senti fome fora de hora? Como uma fruta. Se dá tempo de comer com calma, bastante salada. Nunca repito o prato no buffet. Não fico mais tentando repetir aquele prazer irrecuperável da primeira garfada. Aprendi a dizer não e me deliciar com pouco. A degustar todas as garfadas.

*

O lado ruim é que perdi a pança, mas também perdi a bunda. Minha mulher detestava a primeira, mas adorava a segunda. Oras, eu também adorava tomar porres homéricos, mas vou ter que me contentar com a nova vida de chazinhos no fim de tarde. E aguentar ser chamado de “sem bunda barbudo da rádio atlântida”.

Antes, 3 anos ago… (ele é o Ruivo de barba)

Depois…

Conselhos da Nutri

2 nov

A coluna da nossa super nutri Lê de hoje fala de uma prática que eu sou super adepta e adoro, que é a auriculoterapia. Além de funcionar muito bem e me ajudar um monte, principalmente com a ansiedade e o cansaço, ainda é uma opção “portátil” para quem não consegue encaixar um horário na acupuntura (como eu, no caso, ehehe).

Boa leitura!

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Na última consulta, eu tentava esclarecer a minha Lolita Bruna, de que forma a auriculoterapia atua no organismo. É no mínimo curioso como esta ramificação da acupuntura atua de maneira eficientíssima na eliminação do peso “super indesejado”.  Veja só que interessante este mecanismo…

 

A auriculoterapia foi oficializada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como uma terapia de microssistema. Na anatomia do pavilhão auricular encontramos diversos pontos de tratamento que quando estimulados transmitem correntes bioelétricas, e estas ativam diversos órgãos do nosso corpo. O diagnóstico do tratamento em auriculoterapia acontece pela análise de pequenas manchas vermelhas ou esbranquiçadas e ainda, por pontos em específico que submetidos ao toque, apresentam dor ou movimento de energia. Bem, não se surpreendam se no momento da aplicação, vocês estiverem sentindo, por exemplo, uma dor horrível na região da cervical e a nutri perguntar: Tu estás com dor na tua cervical? Aí vem aquele olhar assustado e a clássica pergunta: Como que você viu isso?

Certo, pois é exatamente assim que ocorre, não se trata de adivinhações, é “verdade verdadeira” que a nossa orelha denuncia possíveis desarmonias de determinados órgãos e quando aplicamos as sementinhas, podemos tratar milhares de situações e desarmonias do nosso sistema.

No tratamento de emagrecimento, existem alguns pontinhos importantes que devem ser estimulados para que as correntes biolétricas ativadas nestas terminações nervosas, harmonizem as funções e possibilitem o emagrecimento de maneira interessante.

A medicina tradicional chinesa participa com grande potencial dos tratamentos de emagrecimento, diminuindo a fome, aumentando as funções intestinais e favorecendo a liberação de enzimas digestivas através do estimulo de determinados órgãos pontuados.

Para sentir as ações, só mesmo passando por este tratamento e percebendo as melhoras a cada dia e a cada estímulo.

Letícia Christianetti

Nutricionista – CRN 6746

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